A carta de Foral foi outorgada a Albufeira em 1504, por D. Manuel I. Este foral surgiu num contexto de mudança, uma vez que foi nesta altura que a maior parte das localidades algarvias receberam as novas cartas de foral.
Projeto dirigido à comunidade de Albufeira que privilegia, através de entrevistas, a experiência de vida daqueles que narram as suas histórias, de forma a recuperar memórias já esquecidas e apagadas pelo tempo.
No Verão de 1914 a Europa assistia ao início da 1.ª Guerra Mundial. A “Guerra que acabaria com todas as Guerras” duraria até novembro de 1918, mobilizando 65 milhões de homens, dos quais 9 milhões morreram em combate. No total o governo português conseguiu mobilizar 100 mil homens, para Angola e Moçambique, que desde 11 de setembro de 1914, partiam para a guerra. Para África seguiram 48 mil homens e para a frente europeia seguiriam a partir de 1916, 55 mil.
O Arquivo da Câmara Municipal de Albufeira tem, no seu acervo, documentação relativa aos Expostos ou crianças abandonadas. Estas crianças eram por norma abandonadas nas portas das igrejas ou conventos, de madrugada, para que as mães mantivessem o anonimato.
As Posturas Municipais tratam-se essencialmente de deliberações municipais onde estão inscritas as obrigações e as proibições a que os munícipes estavam sujeitos. O livro mais antigo de Posturas de Albufeira de que há registo, data de 29 de Junho de 1795.